Associação SABESP e Selo Verde lançam a
Campanha “Sabor de Preservar”

Assista ao vídeo da fábrica do Palmito SELO VERDE

clique na imagem acima para visualizar o vídeo de nossa fábrica

A Associação Sabesp e a “Palmito Selo Verde” (que cultiva e produz em conserva o Palmito Pupunha, garantindo a segurança alimentar, em todos os elos da cadeia de produção, focando a qualidade total e a sustentabilidade do meio ambiente) lançam, para os seus associados, parentes e amigos a Campanha “Sabor de Preservar”.
O Palmito é um alimento rico em fibras, sais minerais , de baixas calorias e muito saboroso, mas sua exploração tem sido feita de forma ilegal e predatória, resultando numa distribuição duvidosa para o consumo, criando um risco para a saúde pública (botulismo).
O consumo responsável das Palmeiras é agora uma das Bandeiras da Associação, com a Campanha “Sabor de Preservar”, que consiste na seguinte ação:
- Para um consumo consciente, adquira um vidro de Palmito Selo Verde. Na Associação Sabesp é possível fazer o pedido pelo tel. 11 3147-5952, com o Manuel ou Reinaldo pelo tel. 11 3147-5979, ou nas sedes das Diretorias Regionais. Se a opção for uma caixa com 15 unidades, a entrega é feita pela própria Associação.
- A cada vidro adquirido,você salva uma Palmeira Nativa, que seria cortada para preencher um pote de 300 gr, e a Selo Verde doará 1 muda de Palmeira Nativa que será plantada pelo Projeto na Mata Atlântica. O custo do vidro é R$ 10,00 (bem menos do que um palmito de marca confiável num supermercado e o benefício à natureza “não tem preço”).
- Estas 2 Palmeiras têm capacidade de se replicar em outras 1000.
- E estas 1000 Palmeiras têm capacidade de fornecer 100 toneladas de alimentos para 70 espécies da Fauna da Mata Atlântica.
Dessa forma, ao praticarmos a cidadania ecológica e o consumo consciente do palmito estaremos fazendo a gestão ambiental de um dos biomas mais ricos do planeta.
Dentro desse escopo, a Associação lançará um concurso de Receitas com Palmito Pupunha, que juntará a arte e o talento na culinária, conquistando paladares e mentes, buscando uma maior consciência ambiental.
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Confira abaixo a relação de Postos de Venda dos Palmitos Selo Verde:
Capital
Dir.RM Centro – R.Antonia de Queiroz 218 – Consolação – Coord. VIVIAN – Fone 11 3138-5457
Dir.RM Norte – R. Conselheiro Saraiva 518 – Santana – Coord. JOSÉ CARLOS – Fone 11 2973-4493
Dir.RM Oeste – R.Laerte Cearense 290 – Carapicuíba – Coord. LUCIANA – Fone 11 41284-8207
Dir.RM Sul – R.Grambell 647 – Alto Boa Vista – Coord. ANDREA – Fone 11 5682-2813
Dir.RM Leste – R. Najatu 72 – Penha – Coord. MAICON – Fone 11 2033-0102 ramal 222 / 253
Grêmio Ponte Pequena – Av. do Estado, 561 - Coord. ELIANE / José Carlos - 11 3388-6853
Grêmio Costa Carvalho – Rua Costa Carvalho, 300 - Coord. RENATA - 11 3388-8354
Sede – Rua treze de Maio, 1642 – Bela Vista – Fone 11 3147-5979 ( REINALDO / MANUEL )
Interior
Dir.Reg. Santos – Pça.Washington 35 – José Menino – Coord. ANDREA BORGES - Fone 13 3237-1061
Dir.Reg. Vale do Ribeira – R.Miracatu 75 – Vila Tupi – Coord.
Dir.Reg. Vale do Paraíba – Estr.Municipal s/nº -Vale dos Pinheiros –Coord. RENA – Fone 13 3949-2599
Dir.Reg. Botucatu – R.Pe.Euclides 471 – Vila Maria – Coord. HERICA - Fone 14 3882-2332
Dir.Reg.Capivari/Jundiaí–R.Ernesto Bergamasco 204(Hortolândia) Coord.CRISTOVÃO F.19 3865-1091
Dir.Reg. Franca – Av.Dr.Flavio Rocha 4951 – Centro – Coord. VANESSA – Fone 16 3712-2008
Dir.Reg.Itapetininga-R.Pe.Antonio Brunetti 1234 – Coord. LUCIANA – Fone 15 3275-9140
Dir.Reg. Lins – R.Floriano Peixoto 1870 – Pinheiros – Func. ALEXANDRA – Fone 14 3523-4636
Jales –R.Vinte e Quatro 655 – Centro – Coord. DELCIO – Fone 17 3621-1496
Dir.Pres. Prudente – R. Nhambiquaras 1010 – Coord. MARCELO PELIM – Fone 14 3441-1833
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Assista aos vídeos de matérias que sairam na grande mídia
Programa Ana Maria Braga - Parte 1
Programa Ana Maria Braga - Parte 2
Programa Globo Rural- Parte 1
Programa Globo Rural- Parte 2
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Associação Sabesp, ONG Tuim e Selo Verde
em ação ambiental com as crianças
Mais de três mil crianças participaram de aulas ao ar livre para conhecerem sobre a preservação da Palmeira Juçara, uma espécie nativa da mata atlântica em vias de extinção


No início de 2011, o presidente da Associação Sabesp, Pérsio Faulim de Menezes, e o diretor regional da Associação na UN Baixada Santista, Ovanir Marchenta Filho, estiveram na Praia do Itararé, reunidos com mais de 3 mil crianças da rede municipal de São Vicente, numa ação da ONG Tuim Ambiental, que realiza,com a empresa Selo Verde, o Projeto “Sabor de Preservar”, que conta com o patrocínio da Sabesp da Baixada Santista e a parceria do Instituto Palmito Seguro, Associação Sabesp e a ONG Ettica.
Nesse evento, as crianças participaram de aulas ao ar livre para conhecerem sobre a preservação da Palmeira Juçara, uma espécie nativa da mata atlântica em vias de extinção devido a sua exploração ilegal para a produção de palmitos em conserva.
Nas aulas, crianças que residem e estudam na área continental de São Vicente aprenderam sobre a mata atlântica, um bioma típico da nossa região, suas fragilidades e destruição ao longo dos anos, sua importância para a nossa sobrevivência como disponibilidade hídrica, qualidade do ar e seus atributos ecológicos que formam um ecossistema em equilíbrio para a vida de diversas espécies, entre elas a Palmeira Juçara.
Durante a visita, a educadora ambiental explicou com linguagem de fácil compreensão ao universo infantil e no final os alunos receberam cartilhas ecológicas e uma muda da Palmeira Juçara para plantarem. “O interessante de trabalhar com as crianças da Área Continental é que elas possuem uma vivência mais próxima da mata atlântica, pois no local em que residem o contato com a natureza é maior do que nas áreas urbanas e isto amplia a compreensão do tema e áreas livres para plantarem suas mudas e acompanharem o crescimento, favorecendo assim uma vivência maior com a preservação ambiental”, declara Ricardo Oliveira, idealizador do Projeto e diretor da empresa Selo Verde.
Diga não à exploração predatória

A Palmeira Juçara sofre exploração predatória para a produção de palmitos em conserva. O seu corte indiscriminado vem reduzindo drasticamente o estoque da espécie, deixando-as em vias de extinção na mata atlântica. Traficantes “palmiteiros” comercializam esse produto ilegalmente, colocando sob risco a saúde da população e a conservação da floresta. Nas regiões do Vale do Ribeira e Litoral de São Paulo, estima-se uma produção extrativista predatória e clandestina do palmito Juçara de 600 mil kg por ano, equivalente a 4 milhões de palmeiras sacrificadas.
O idealizador do projeto Ricardo Oliveira, da empresa Selo Verde, declara que o objetivo principal é levar conhecimento para a população sobre a Palmeira Juçara e sua importância para a alimentação de aves e mamíferos da mata atlântica e por meio destes conhecimentos a população substitua o consumo do palmito clandestino da Juçara pelo consumo consciente do palmito cultivado da Pupunha. “A Selo Verde produz há mais de 15 anos o palmito cultivado de Pupunha tendo certificações com padrões internacionais que atestam a excelência nos quesitos de qualidade, meio ambiente e segurança alimentar, agregando valores éticos em seus produtos e ações”.

Além de disponibilizar um produto de alta confiabilidade com segurança alimentar, o consumidor do Palmito da marca Selo Verde está contribuindo para a preservação da mata atlântica, uma vez que a cada pote de palmito adquirido a empresa disponibiliza muda para o plantio da Palmeira Juçara. “Estas ações de consumo consciente acompanhadas de eventos contendo Educação Ambiental necessitam ser cada vez mais replicadas na região da Baixada Santista para que tenhamos a conservação ambiental promovendo a qualidade de vida, aliada ao desenvolvimento previsto para a região”, ressalta Heleno Alves Aires, coordenador de projetos da Ong Tuim Ambiental.
Preservar também é uma bandeira da Associação Sabesp

Nesse projeto, a associação é parceira e responsável pelo banco de Mudas, com a comercialização do projeto do palmito Selo Verde. A cada vidro adquirido pelos seus associados, é salva uma Palmeira Nativa, que seria cortada para preencher um pote de 300 gramas, pois é feita a doação de 1 muda da espécie, que é plantada pelo Projeto nas reservas da Mata Atlântica. O custo do vidro é R$ 10,00 (bem menos do que um palmito de marca confiável num supermercado e o benefício à natureza “não tem preço”.
Dê vida à natureza, por meio de um consumo consciente!
Adquira um vidro de Palmito Selo Verde. Na Associação Sabesp é possível fazer o pedido pelo tel. 3147-5955, com o Manoel ou Reinaldo, ou nas sedes das Diretorias Regionais. Se a opção for uma caixa com 15 unidades, a entrega é feita pela própria Associação.
Informações Adicionais sobre este projeto podem ser obtidas com:
Ana Patrícia Arantes (13) 3302 0692 / Ricardo Oliveira (13) 9775 9216
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"Sabor de Preservar" na Arena Kids
PROJETO SABOR DE PRESERVAR SENSIBILIZA CRIANÇAS DA REDE MUNICIPAL DE SÃO VICENTE PARA A PRESERVAÇÃO DA PALMEIRA JUÇARA


Mais de 3 mil crianças da rede municipal de São Vicente participaram em janeiro de aulas ao ar livre na Praia do Itararé para conhecerem sobre a preservação da Palmeira Juçara, uma espécie nativa da mata atlântica em vias de extinção devido a sua exploração ilegal para a produção de palmitos em conserva.
Nas aulas, crianças que residem e estudam na área continental de São Vicente aprenderam sobre a mata atlântica, um bioma típico da nossa região, suas fragilidades e destruição ao longo dos anos, sua importância para a nossa sobrevivência como disponibilidade hídrica, qualidade do ar e seus atributos ecológicos que formam um ecossistema em equilíbrio para a vida de diversas espécies, entre elas a Palmeira Juçara.


Durante a visita, a educadora ambiental explicou com linguagem de fácil compreensão ao universo infantil e no final os alunos receberam cartilhas ecológicas e uma muda da Palmeira Juçara para plantarem. “O interessante de trabalhar com as crianças da Área Continental é que elas possuem uma vivência mais próxima da mata atlântica, pois no local em que residem o contato com a natureza é maior do que nas áreas urbanas e isto amplia a compreensão do tema e áreas livres para plantarem suas mudas e acompanharem o crescimento, favorecendo assim uma vivência maior com a preservação ambiental”, declara Ricardo Oliveira, idealizador do Projeto e diretor da empresa Selo Verde.


EXTINÇÃO DA PALMEIRA JUÇARA: Considerada espécie chave para a preservação da Mata Atlântica, a Palmeira Juçara sofre exploração predatória para a produção de palmitos em conserva. O seu corte indiscriminado vem reduzindo drasticamente o estoque da espécie, deixando-as em vias de extinção na mata atlântica. Traficantes “palmiteiros” comercializam esse produto ilegalmente, colocando sob risco a saúde da população e a conservação da floresta. Nas regiões do Vale do Ribeira e Litoral de São Paulo, estima-se uma produção extrativista predatória e clandestina do palmito Juçara de 600 mil kg por ano, equivalente a 4 milhões de palmeiras sacrificadas. Sua extração sentencia a morte, árvores inteiras, e quando levada à mesa do consumidor, atesta um assassinato na Mata Atlântica.





CONSUMO CONSCIENTE: O Projeto Sabor de Preservar tem o patrocínio da Sabesp e é realizado pela Ong Tuim Ambiental e a empresa Selo Verde, com parceria do Instituto Palmito Seguro, Associação Sabesp e Ong Ettica. Idealizador do projeto Ricardo Oliveira da empresa Selo Verde, declara que o objetivo principal é levar conhecimento para a população sobre a Palmeira Juçara e sua importância para a alimentação de aves e mamíferos da mata atlântica e por meio destes conhecimentos a população substitua o consumo do palmito clandestino da Juçara pelo consumo consciente do palmito cultivado da Pupunha. “A Selo Verde produz há mais de 15 anos o palmito cultivado de Pupunha tendo certificações com padrões internacionais que atestam a excelência nos quesitos de qualidade, meio ambiente e segurança alimentar, agregando valores éticos em seus produtos e ações”.
Além de disponibilizar um produto de alta confiabilidade com segurança alimentar, o consumidor do Palmito da marca Selo Verde está contribuindo para a preservação da mata atlântica, uma vez que a cada pote de palmito adquirido a empresa disponibiliza muda para o plantio da Palmeira Juçara. “Estas ações de consumo consciente acompanhadas de eventos contendo Educação Ambiental necessitam ser cada vez mais replicadas na região da Baixada Santista para que tenhamos a conservação ambiental promovendo a qualidade de vida, aliada ao desenvolvimento previsto para a região”, ressalta Heleno Alves Aires, coordenador de projetos da Ong Tuim Ambiental.
Informações Adicionais: Entrevistas: Ana Patrícia Arantes (13) 3302 0692 / Ricardo Oliveira (13) 9775 9216 |